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quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Plante em 2012!

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COLHA UMA VIDA FELIZ!

As Mordidas na escola

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Não é raro encontrar queixas de pais que, ao buscarem seus filhos na escola os encontram mordidos por algum coleguinha. Geralmente são crianças pequenas, que estão aprendendo a dividir seu espaço com outras crianças da mesma idade. Nesse período estão aperfeiçoando seus sentidos e agora fora dos cuidados dos pais e precisando dividir a atenção dos adultos com outras crianças. Não é fácil para os pais assimilarem essas mordidas sem mágoa ou indignação de alguém, que não se conforma com a situação ao ver seu filho tão desprotegido, agora marcado pelos dentes de um colega. Tão desagradável quanto, é a situação dos pais da criança que morde. E assim uma cascata de cobranças começa em cima da escola. Vale lembrar que as crianças estão em fase de amadurecimento e conseqüentemente estão aprendendo a exteriorizar suas angustias; medos, frustrações, anseios e descobertas. Através do sistema nervoso central começam a elaborar o tato, o olfato, o paladar, a visão, e a audição. Conseqüentemente com as novas descobertas aprendem a usar as mãos, os dentes, como instrumentos de defesa. Numa fase anterior, talvez tenha sido o choro o instrumento mais usado para marcar a atenção. Não é fácil para a criança aprender a conviver com outras crianças da mesma faixa etária, que também disputam atenção. A mordida faz parte dos mecanismos de defesas mais primitivos do homem. Quando ele não consegue outra forma de comunicação, ou explorar o ambiente da forma que lhe agrada é possível que use esse artifício para marcar seu espaço. Cabem aos pais, professores, não supervalorizarem a mordida em si, e sim as causas que levaram uma a morder, e a outra a permitir ser mordida. Quanto à escola, sabendo que está engajada com crianças que estão na fase de dividir, interagir. E se para nós adultos isso já não é tão simples, imagine para uma criança. É necessário trabalhar de forma lúdica pedagógica os sentidos, os gostos, o afeto e a divisão de espaço necessária para uma boa convivência. Acredito ainda, que os pais devam ficar cientes que isso é um fato comum nas salas de aula onde convivem crianças que estão ainda em fase de amadurecimento do Sistema Nervoso Central. Elas experimentam as reações dos outros através de suas ações e conseqüências. Os adultos necessitam usar de coerência e não supervaloriza a mordida. Muitas vezes, crianças que mordem na escola são crianças mais possessivas que querem atenção exclusiva, filhos únicos, filhos de pais que estão em processo de separação, ou ainda crianças que estão com irmãozinhos recém nascidos em casa. De alguma forma ele precisa extravasar suas angustias e ansiedades. Como ainda não tem um repertório de vocabulário eficiente para comunicar-se utilizam o mecanismo da mordida como manifesto.  A questão da mordida deve ser trabalhada dentro da escola. E as causas das mordidas precisam de uma avaliação mais minuciosa entre os pais e a equipe pedagógica, para juntos reconquistarem a harmonia entre os pequenos, os pais e a escola. Vale lembrar que somos todos inocentes, tanto a criança que agride através da mordida, expressando seus conflitos internos, quanto à criança que não aprendeu seus mecanismos de defesas. Os pais que entram em angustias ao defenderem seus pequenos, quanto à escola que depara com essa situação e muitas vezes se sente impotente ao receber o rótulo de negligente. A coerência entre os adultos é a melhor forma de suavizar esses pequenos conflitos diante da vastidão de angustia do mundo dos adultos.
(*) Albertina de Mattos Chraim – Psicopedagoga do La Vie Centro de Revitalização

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Brincar faz bem à saúde!

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Entenda a importância da brincadeira na vida de seu filho!
O que vivemos hoje em nossa sociedade é uma completa transformação do modo de se viver em família. Com isso, as relações entre pais e filhos mudaram. A sociedade mudou. E essas mudanças influenciam, de forma direta, na educação de nossos filhos.

Um exemplo conhecido é aquele que, quanto mais atividades a criança abranger (inglês, natação, entre outras), melhor será para a sua formação. Porém, é importante lembrar que toda criança precisa de tempo livre para brincar. "Brincar facilita o crescimento e, portanto, a saúde", já alertava o conceituado pediatra e psicanalista inglês Donald Woods Winnicott.

Através da brincadeira é possível descobrir os limites do corpo, afinar a afetividade e, por que não, lidar com as frustrações. É justamente por causa da importância dessa atividade para a criança que um elemento especial precisa merecer a atenção dos pais: o brinquedo.

Brinquedos modernos
Em 30 anos houve um “boom” na tecnologia. Mudanças que pedem a atualização quase que diária de pais e mães. E o mercado de brinquedos tenta acompanhar esse novo quadro, com novidades cada vez mais sofisticadas e elaboradas para as crianças do século XXI.

A introdução da criança ao mundo tecnológico, porém, acontece de forma cada vez mais precoce. Segundo a psicóloga clínica Maria Lucia Paiva, existe sim uma gama de jogos e sites muito educativos, que mexem com o raciocínio rápido dos pequenos. Mas na infância é muito importante que a criança tenha a oportunidade de experimentar diversas possibilidades de aprendizagem, multiplicando o prisma de suas relações, não se limitando apenas a jogos eletrônicos ou televisão.

Brincando com os filhos
Os pais, muitas vezes, para agradar, acreditam que a quantidade de brinquedo é a melhor forma de suprir a necessidade de seus filhos. O mais importante, no entanto, é que exista um espaço e o respeito de deixar a criança brincar livremente. “Criança deve ter horário de criança e espaço de criança e, podar ou cortar bruscamente uma brincadeira, sem explicação aparente, é desrespeitar essa possibilidade de brincar” conclui Lucia.
Lembrar de uma brincadeira da infância e propor ao seu filho também é uma alternativa muito interessante e deve ser feita com total espontaneidade. O prazer de brincar, de ensinar uma nova brincadeira, deve acontecer naturalmente, senão torna-se mecânico e não existe continuidade.
Bater um bolo, por exemplo, pode se tornar uma gostosa e divertida brincadeira entre pais e filhos e é importante que a criança sinta que a situação é divertida para os dois. Assim, percebe-se claramente que as velhas e boas brincadeiras são passadas intuitivamente de geração para geração. Por esse motivo, jogar bola, empinar pipa, ou mesmo brincar de boneca são situações corriqueiras para as crianças de hoje. A proposta é simples e gostosa; a possibilidade dos pais viverem seu lado criança com seus filhos. Experimente,não há nada melhor.
Yeda Timerman

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Dia do Brinquedo

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O brinquedo acompanha a criança durante seu desenvolvimento, em suas descobertas e nos tantos aprendizados que ela adquire sobre si mesma e sobre o mundo. Assim acaba ligando-se afetivamente ao objeto. Por isso, muitas escolas de educação infantil tiveram a iniciativa de adotá-los da seguinte maneira: liberando um dia para que a criança leve seus brinquedos preferidos.


De acordo com educadores quando o objeto predileto é levado para a escola, é como se parte da casa se estendesse até aquele ambiente. Então estabelecem o Dia do Brinquedo, como costumam chamar, que é o dia designado para as crianças levarem o brinquedo que quiserem para a escola. Os educadores acreditam que além da diversão, esse é um bom momento para os alunos vivenciarem o compartilhar.


Algumas escolas empregam regras para os pais ao adotarem essa experiência, tais como: deixar a criança escolher o brinquedo que irá levar, porém orientando-a quanto a isso; levar somente um brinquedo; identificar o brinquedo escolhido com o nome da criança.
Por Patrícia Lopes
Equipe Brasil Escola                                    

sábado, 5 de novembro de 2011

Passeio no Zoológico!

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Nosso passeio no zoológico foi muito legal!


 Antes de chegarmos no zoológico falamos para as crianças que não poderíamos ver a girafa, pois ela havia morrido. Que pena!





Morre último exemplar de girafa do Parque Zoológico do Estado em Sapucaia do Sul
Causa da morte de Doroteia foi um severo comprometimento cardiorrespiratório.
O último exemplar de girafa (Giraffa camelopardalis rothschildi) do Parque Zoológico morreu. Doroteia, era filha de Paquito e Dorinha, e nasceu no dia 29 de janeiro de 1995, no zoo do Estado, em Sapucaia do Sul.
A causa da morte do animal foi um severo comprometimento cardiorrespiratório. Doroteia teve sua saúde abalada, quando da perda da companheira de zoológico, em julho passado. Na época, ela já tinha sintomas de solidão e início de um processo de infecção respiratória.
A direção do zoológico está em contato com criadouros do continente africano para a aquisição de três novos exemplares desta espécie.
Fonte: Zero Hora



sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Atividades realizadas no mês de outubro

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Oficina de Teatro




Jogos de Mesa no Pátio


                           Piquenique                           



Tarde Divertida







                                                                Baile à Fantasia